ÚLTIMAS PALAVRAS:

19.03.2009 - Enviado por José Carlos Vieira - Presidente da APC

A prefeitura de Santo André continua matando árvores
 
É com muita tristeza e decepção que estamos enviando esta mensagem, para denunciar novamente a destruição da vegetação de ornamentação e arborização de Santo André.No dia de hoje, 25 de maio de 2009 ao passarmos pela AV.Prestes Maia, nos deparamos com a retirada mutilante de Paineiras Vermelhas adultas.Além das árvores, também presenciamos a retirada de flores e arbustos.Também a informação que recebemos no local é que mais árvores serão retiradas.Sendo assim nos perguntamos como a administração pública da cidade pode passar por cima da legislação federal do nosso país?Outro fato absurdo é o comportamento dos nossos vereadores que assistem a tudo de maneira omissa.Lembramos também que a Audiência Pública para discutir a mudança de paisagismo foi desmarcada por quatro vezes, posteriormente ela foi realizada em horário comercial e com divulgação insuficiente, fato este que configurou o interesse da administração em desmobilizar a
sociedade.
Nós cidadãos andreenses que já pagamos para plantar estas árvores, agora estamos sendo obrigados a pagar para o Prefeito de maneira irresponsável e criminosa destruir a arborização da nossa cidade.
Com Entidade cidadã novamente estaremos denunciando este fato as autoridades competentes, lembrando que aguardamos decisão judicial para barrar este absurdo.Em breve os filmes que retratam esta vergonha estarão postados no nosso blog.
http://amigosdoparquecentral.blogspot.com
   

19.03.2009 - Enviado por Antonio Roberto Espinosa

A Folha de S.Paulo preparou uma “armadilha” para a Dilma usando uma entrevista que concedi a uma das suas repórteres da sucursal de Brasília.
Por Antonio Roberto Espinosa*

Encaminhei a carta abaixo à redação. E peço que todos os amigos que a façam chegar a quem acharem necessário: redações de jornais, revistas, emissoras de TV e pessoas que talvez possam ser afetadas ou se sintam indignadas pela má fé dos editores do jornal. Como sabem, sou favorável à transparência, por achar que a verdade é sempre o melhor caminho e, no fundo, revolucionária.

À coluna “Painel do leitor”
Seguem cópias para o Ombudsman e para a redação. Vou enviar cópias também a toda a imprensa nacional. Peço que esta carta seja publicada na próxima edição. Segue abaixo:
Prezados senhores,
Chocado com a matéria publicada na edição de hoje (domingo, 5), páginas A8 a A10 deste jornal, a partir da chamada de capa “Grupo de Dilma planejou sequestro de Delfim Neto”, e da repercussão da mesma nos blogs de vários de seus articulistas e no jornal Agora, do mesmo grupo, solicito a publicação desta carta na íntegra, sem edições ou cortes, na edição de amanhã, segunda-feira, 6 de abril, no “Painel do Leitor” (ou em espaço equivalente e com chamada de capa), para o restabelecimento da verdade, e sem prejuízo de outras medidas que vier a tomar. Esclareço preliminarmente que:
1) Não conheço pessoalmente a repórter Fernanda Odilla, pois fui entrevistado por ela somente por telefone. A propósito, estranho que um jornal do porte da Folha publique matérias dessa relevância com base somente em “investigações” telefônicas;
2) Nossa primeira conversa durou cerca de três horas e espero que tenha sido gravada. Desafio o jornal a publicar a entrevista na íntegra, para que o leitor a compare com o conteúdo da matéria editada. Esclareço que concedi a entrevista porque defendo a transparência e a clareza histórica, inclusive com a abertura dos arquivos da ditadura. Já concedi dezenas de entrevistas semelhantes a historiadores, jornalistas, estudantes e simples curiosos, e estou sempre disponível a todos os interessados;
3) Quem informou à Folha que o Superior Tribunal Militar (STM) guarda um precioso arquivo dos tempos da ditadura fui eu. A repórter, porém, não conseguiu acessar o arquivo, recorrendo novamente a mim, para que lhe fornecesse autorização pessoal por escrito, para investigar fatos relativos à minha participação na luta armada, não da ministra Dilma Rousseff. Posteriormente, por e-mail, fui novamente procurado pela repórter, que me enviou o croquis do trajeto para o sítio Gramadão, em Jundiaí, supostamente apreendido no aparelho em que eu residia, no bairro do Lins de Vasconcelos, Rio de Janeiro. Ela indagou se eu reconhecia o desenho como parte do levantamento para o sequestro do então ministro da Fazenda Delfim Neto. Na oportunidade disse-lhe que era a primeira vez que via o croquis e, como jornalista que também sou, lhe sugeri que mostrasse o desenho ao próprio Delfim (co-signatário do Ato Institucional número 5, principal quadro civil do governo ditatorial e cúmplice das ilegalidades, assassinatos e torturas).
Afirmo publicamente que os editores da Folha transformaram um não-fato de 40 anos atrás (o sequestro que não houve de Delfim) num factóide do presente (iniciando uma forma sórdida de anticampanha contra a ministra). A direção do jornal (ou a sua repórter, pouco importa) tomou como provas conclusivas somente o suposto croquis e a distorção grosseria de uma longa entrevista que concedi sobre a história da VAR-Palmares. Ou seja, praticou o pior tipo de jornalismo sensacionalista, algo que envergonha a profissão que também exerço há mais de 35 anos, entre os quais por dois meses na Última Hora, sob a direção de Samuel Wayner (demitido que fui pela intolerância do falecido Octavio Frias a pessoas com um passado político de lutas democráticas). A respeito da natureza tendenciosa da edição da referida matéria faço questão de esclarecer:
1) A VAR-Palmares não era o “grupo da Dilma”, mas uma organização política de resistência à infame ditadura que se alastrava sobre nosso país, que só era branda para os que se beneficiavam dela. Em virtude de sua defesa da democracia, da igualdade social e do socialismo, teve dezenas de seus militantes covardemente assassinados nos porões do regime, como Chael Charles Shreier, Yara Iavelberg, Carlos Roberto Zanirato, João Domingues da Silva, Fernando Ruivo e Carlos Alberto Soares de Freitas. O mais importante, hoje, não é saber se a estratégia e as táticas da organização estavam corretas ou não, mas que ela integrava a ampla resistência contra um regime ilegítimo, instaurado pela força bruta de um golpe militar;
2) Dilma Rousseff era militante da VAR-Palmares, sim, como é de conhecimento público, mas sempre teve uma militância somente política, ou seja, jamais participou de ações ou do planejamento de ações militares. O responsável nacional pelo setor militar da organização naquele período era eu, Antonio Roberto Espinosa. E assumo a responsabilidade moral e política por nossas iniciativas, denunciando como sórdidas as insinuações contra Dilma;
3) Dilma sequer teria como conhecer a ideia da ação, a menos que fosse informada por mim, o que, se ocorreu, foi para o conjunto do Comando Nacional e em termos rápidos e vagos. Isto porque a VAR-Palmares era uma organização clandestina e se preocupava com a segurança de seus quadros e planos, sem contar que “informação política” é algo completamente distinto de “informação factual”. Jamais eu diria a qualquer pessoa, mesmo do comando nacional, algo tão ingênuo, inútil e contraproducente como “vamos sequestrar o Delfim, você concorda?”. O que disse à repórter é que informei politicamente ao nacional, que ficava no Rio de Janeiro, que o Regional de São Paulo estava fazendo um levantamento de um quadro importante do governo, talvez para sequestro e resgate de companheiros então em precárias condições de saúde e em risco de morte pelas torturados sofridas. A esse propósito, convém lembrar que o próprio companheiro Carlos Marighela, comandante nacional da ALN, não ficou sabendo do sequestro do embaixador americano Charles Burke Elbrick. Por que, então, a Dilma deveria ser informada da ação contra o Delfim? É perfeitamente compreensível que ela não tivesse essa informação e totalmente crível que o próprio Carlos Araújo, seu então companheiro, diga hoje não se lembrar de nada;
4) A Folha, que errou a grafia de meu nome e uma de minhas ocupações atuais (não sou “doutorando em Relações Internacionais”, mas em Ciência Política), também informou na capa que havia um plano detalhado e que “a ação chegou a ter data e local definidos”. Se foi assim, qual era o local definido, o dia e a hora? Desafio que os editores mostrem a gravação em que eu teria informado isso à repórter;
5) Uma coisa elementar para quem viveu a época: qualquer plano de ação envolvia aspectos técnicos (ou seja, mais de caráter militar) e políticos. O levantamento (que é efetivamente o que estava sendo feito, não nego) seria apenas o começo do começo. Essa parte poderia ficar pronta em mais duas ou três semanas. Reiterando: o Comando Regional de São Paulo ainda não sabia com certeza sequer a frequência e regularidade das visitas de Delfim a seu amigo no sítio. Depois disso seria preciso fazer o plano militar, ou seja, como a ação poderia ocorrer tecnicamente: planejamento logístico, armas, locais de esconderijo etc. Somente após o plano militar seria elaborado o plano político, a parte mais complicada e delicada de uma operação dessa natureza, que envolveria a estratégia de negociações, a definição das exigências para troca, a lista de companheiros a serem libertados, o manifesto ou declaração pública à nação etc. O comando nacional só participaria do planejamento , portanto, mais tarde, na sua fase política. Até pode ser que, no momento oportuno, viesse a delegar essa função a seus quadros mais experientes, possivelmente eu, o Carlos Araújo ou o Carlos Alberto, dificilmente a Dilma ou Mariano José da Silva, o Loiola, que haviam acabado de ser eleitos para a direção; no caso dela, sequer tinha vivência militar;
6) Chocou-me, portanto, a seleção arbitrária e edição de má-fé da entrevista, pois, em alguns dias e sem recursos sequer para uma entrevista pessoal – apelando para telefonemas e e-mails, e dependendo das orientações de um jornalista mais experiente, no caso o próprio entrevistado –, a repórter chegou a conclusões mais peremptórias do que a própria polícia da ditadura, amparada em torturas e num absurdo poder discricionário. Prova disso é que nenhum de nós foi incriminado por isso na época pelos oficiais militares e delegados dos famigerados Doi-Codi e Deops e eu não fui denunciado por qualquer um dos três promotores militares das auditorias onde respondi a processos, a Primeira e a Segunda auditorias de Guerra, de São Paulo, e a Segunda Auditoria da Marinha, do Rio de Janeiro.

Osasco, 5 de abril de 2009
Antonio Roberto Espinosa

* Antonio Roberto Espinosa é jornalista, professor de Política Internacional, doutorando em Ciência Política pela USP, autor de Abraços que Sufocam — E Outros Ensaios sobre a Liberdade e editor da Enciclopédia Contemporânea da América Latina e do Caribe.

19.03.2009 - Enviado por Aldo Santo
Há vários anos temos nos dirigido ao Governo do Estado e ao iamspe no sentido de retomar a descentralização do atendimento a saúde dos servidores no estado de São Paulo.
Realizamos reuniões, abaixo-assinados e enviamos aos órgãos competentes.
A APEOESP central também constituiu uma comissão para fazer e dar os devidos encaminhamentos do sindicato junto aos órgãos diretivos. Qual não foi minha surpresa quando observando o site (verificamos que dezenas de cidades estabeleceram convênio com o Instituto e a cidade em SBC, parece que foi riscada do mapa e não aparece qualquer menção de entendimento aos servidores do Estado que residem e ou trabalham em nossa cidade.
Nesse sentido a reação imediata foi enviar um e-mail com o seguinte teor:
“Gostaria de saber qual  o critério usado para excluir do atendimento pelo IAMSPE os moradores de São Bernardo do Campo, onde existem inúmeros professores, trabalhadores em educação e de outras secretarias. Nesse sentido, solicitamos esclarecimento sobre o critério usado na exclusão do atendimento aos servidores em nossa cidade. Para tanto, solicitamos o agendamento de uma reunião com os representantes das entidades  de  classe  para que possamos saber os reais  motivos.
Diante do exposto, em respeito aos servidores públicos residentes nesta cidade, exigimos esclarecimentos e direitos iguais."
Quero crer que se trata de um engano a não inclusão da cidade no rol de parcerias para facilitar a vida e conseqüentemente o atendimento aos servidores em nossa cidade.
De qualquer forma, estou convidado, os trabalhadores em educação, professores e servidores de outras entidades para uma reunião que vai ocorrer no dia 24/03/2009 as 5:30 na subsede da APEOESP de São Bernardo do Campo para que possamos traçar em plano de ação diante da exclusão Médica.

05.01.2009 - Enviado por Dirceu

Nunca desista, nunca volte atrás, nunca perca a fé.
Um 2009 de busca e realizações.

24.12.2008 Enviado por Alexandre Falcão de Araújo.

Metrô transportando lixo.

Encaminhando denúncia do coletivo Alma Ambiental de Itaquera -
Zona Leste de São Paulo.
Na madrugada do dia 19/12/2008 , no último trem do metrô às 01h10min eu e meus amigos deparamo-nos com uma cena de profundo descaso e desrespeito com os usuários do metrô de São Paulo. Ao descer na estação Corinthians taquera da linha vermelha descobrimos o porquê que o metro estava lento:
desde a estação Anhangabaú (ou antes) funcionários do metrô descarregavam sacos e mais sacos de lixo em um dos vagões! Ao chegar no final da linha esse vagão estava como em horário de pico, mas no lugar de pessoas estava entupido de sacos de lixo!
Nos perguntamos imediatamente: esse vagão será devidamente esterilizado pós esse ato de calamidade pública? Pagamos tão caro pelo transporte para ainda em funcionamento sermos transportado junto com o lixo? Há quanto tempo se faz isso? É uma questão de saúde pública! O metrô além de administrar mal o seu lixo, ainda o transporta nos acentos dos vagões! Quando poderia substituir os apelos de publicidade contínua, dentro dos vagões, nas catracas, em toda a parte, por incentivo a coleta seletiva, por informativos mais educativos em relação ao lixo que se produz dentro das estações e na cidade como um todo. O que impede da administração do metrô que cabe atualmente ao Estado de São Paulo usar o seu "poder de influência" com centenas de milhares de pessoas por dia para fins mais úteis e não utilitários?
Permitiremos que, onde acreditávamos que só se transportava gente, se transporta também o lixo onde as pessoas sentam, onde as nossas crianças põem as mãos, dentro de um vagão de restos de tudo que possamos imaginar de restos de fezes a doenças venéreas. Não podemos admitir mais esse descaso crônico com o nosso dinheiro, com a nossa dignidade humana, com a
nossa liberdade de ir e vir sem correr tantos riscos assim.
Essa denúncia será encaminhada ao Ministério Público e a todos os órgãos de defesa que existem e organizados devemos fazer valer os nossos direitos!
Não seremos transportados como lixo, muito menos com ele em um dos transportes públicos mais caros do mundo!
Faça valer o seu direito, encaminhe essa mensagem ao máximo de pessoas que puder, e reforçando junto aos órgãos de defesa pública, essa denúncia em favor da dignidade no transporte público e mobilizando políticas de responsabilidade ambiental para o tratamento responsável das toneladas de resíduos produzidas diariamente na cidade Não aceitamos ser transportados como lixo e com ele em um dos transportes públicos mais caros do mundo!
Nossos aterros estão esgotados e ainda só se fala em consumo: nas catracas, nos painéis, vagões e toda a poluição visual que tiraram das ruas foram transportados para os metrôs e junto com ela os resíduos gerados nas estações. Devemos nos atentar a forma com que essa problemática está sendo enfrentada pelo governo do Estado de São Paulo e a responsabilidade que cabe a cada um de nós.

Aliança Libertária Meio Ambiente - Alma Ambiental
Alexandre Falcão de Araújo.

03.12.2008 - Enviado por Vanderlei Beltran
Por gentileza tente abrir esse link sobre a Cidade da Criança : http://cidadedacrianca.vilabol.uol.com.br/historico.html 
Eu como funcionário concursado da Cidade da Criança desde 19/01/1993 e coordenador do FORUM REGIONAL EM DEFESA DA CIDADE DA CRIANÇA, não concordo com as afirmações da prefeitura ao Diario do Grande Abc, onde afirma que a Legislação  e as eleições  prejudicaram a reforma do Parque e a contratação de funcionários, na minha opinião houve tempo suficiente para a conclusão das obras, pois o Parque foi fechado em outubro de 2004, justamente na semana da Criança , ou seja já faz 4 anos desde seu fechamento ao público,o problema foi de gerenciamento, e falta de objetividade na criação do Projeto e inicio das obras, lembrando que o Parque foi totalmente desvinculado de sua vocação original. Vanderlei Beltran

04.11.2008 - Enviado por Cesar Silva
"Estou emocionado pelo fato de alguém nesta SBC que tenha a coragem e o peito aberto para investigar SBC, pois era o que faltava, um olhar crítico de São Bernardo, sem influências, sem acobertar ninguém. Agora posso saber o que acontece aqui na região, pois em SBC há muita falta de comunicação. Parabéns pelo site e pode contar com minha participação! - Agora este site é minha página principal!" Cesar Silva

04.11.2008 - Enviado por Aldeilson Rodrigues Barbosa
"Acho muito legal e interessante, este espaço para podermos expressar nossas opiniões, pois que assim todos vejam a diferença do nosso partido para o partido da oposição, é muito simples o PT é o partido dos trabalhadores que ouvi a opinião do povo ao contrário da oposição que só acredita no plano de seu governo e acham que o governo é criado apenas por eles que estão no poder, mas o governo é criado por todos pois sem o povo não há governo e não tem o que governar. PT é o partido certo para governar a cidade de São Bernardo, além de ser o partido dos trabalhadores ele também pode ser chamado de o partido de todos o partido que ouve a voz do povo." Aldeilson Rodrigues Barbosa

28.10.2008 - Enviado por Nelson Nisenbaum
Ao meu querido e respeitável LUIZ MARINHO
Acuso o recebimento de tua carta de agradecimento.
Nós, moradores de S.Bernardo é que devemos a você o mais sincero e profundo agradecimento por ter trazido a esta cidade a esperança e mais vontade de lutar contra um dos mais perversos grupos políticos de que se tem notícia neste Brasil.
Você, com a tua história tão vitoriosa, um cidadão que veio da terra, e que transformou a sua solidão em imensa força construtiva de coletividades e polarizadora de solidariedade, retornou a esta sofrida cidade, colocando-se mais uma vez no "front" de batalha pelos menos favorecidos e contra um sistema político dissimuladamente brutal.
Sendo morador e funcionário público (médico) e tendo vivido os últimos anos sob esse regime, posso entender a angústia do Presidente Lula que solidificou-se na tua candidatura. Duas pessoas com vontade de resgatar a cidade onde se construíram. Duas pessoas que mais que demonstraram suas capacidades e sensibilidades.
É uma imensa honra ser teu soldado, LUIZ MARINHO. Afinal, são poucas as pessoas que podem ter o privilégio de um dia poder dizer: Estive junto à linha da história, presenciei os fatos na palma da minha mão, e mais que isso, por menor que seja, dei a minha contribuição e continuarei perseguindo os mesmos ideiais.
Um forte abraço,
e toda a minha admiração,
Nelson Nisenbaum

23.10.2008 - Enviado por Marly Mendonça
"Parabéns pelo site. Nós precisamos aprender a ter metas e atingir o alvo. Esta foi uma construção de tijolinhos. Que este Site venha contribuir para nosso crescimento acadêmico, politico e Cultural.Gostaria de sugerir uma sesão de curiosidades, utilidade pública, etc. Beijos. Boa Sorte. Jesus is my Boss." Marly Mendonça.

20.10.2008 - Enviado por Macedo
"Quero aqui parabenizar pelo site. Ficou 10! Saiba que o homem é do tamanho do seu sonho. Vai em frente companheiro, conte conosco! Ao amigo mais chegado que irmão. Macedo."

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